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, 21 de agosto de 2018.
13/03/2013
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Manutenção é 40% mais barata que conserto, diz especialista

Manutenção é 40% mais barata que conserto, diz especialista

Especialistas comentam as vantagens das revisões periódicas.

Cuidados com o carro são fundamentais para evitar acidentes e imprevistos na estrada. Dentre esses cuidados, a chamada manutenção preventiva é apontada como a solução para prevenir e evitar problemas ao volante. E, na maioria das vezes, é mais barato prevenir do que remediar. 
"A manutenção preventiva é, no mínimo, 40% mais barata que a corretiva", diz José Palácio, auditor técnico do IQA - Instituto de Qualidade Automotiva.
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Palácio acredita que a manutenção preventiva é "a chave para garantir a segurança do veículo, tanto para poupar vidas como para evitar maiores emissões de poluentes". 
"Infelizmente, o proprietário só se lembra de fazer manutenção no veículo antes de uma viagem muito longa. Manutenção no carro feita só uma vez por ano não pode ser considerada preventiva. Ela deve ocorrer 13 meses por ano", alertou. 
Luiz Antonio Ribeiro Borges, sócio-proprietário da Mak-Sul, empresa especializada em câmbio, concorda com José Palácio. "O melhor é fazer revisões periodicamente".

De acordo com os especialistas, seguir as instruções contidas no manual do proprietário e levar o carro para as revisões de tempos em tempos são preocupações fundamentais para a prevenção de problemas.
"O manual de cada veículo é o melhor aliado para saber como calibrar pneus, quando o óleo deve ser trocado, quando o carro precisa passar por uma revisão completa", afirmou Palácio. 
Cuidados com o carro
E como funciona a manutenção preventiva? "Na manutenção preventiva, há troca de peças que já apresentam desgaste, mas que ainda não interferem negativamente sobre outras peças. Muitas vezes, por não negligenciar a preventiva, o motorista acaba ficando a pé", explicou o auditor. "E um motor calibrado acaba economizando combustível". 
O engenheiro Gabriel Barros, de 26 anos, teve problemas com seu carro, que parava no meio da rua sem maiores explicações.
Barros passou por duas experiências desagradáveis com seu carro recentemente. "Num dia, fiquei parado na Raposo (rodovia Raposo Tavares, em São Paulo), das 6h30 às 7h, na faixa da esquerda. Em outra vez, o carro parou bem no meio do túnel Ayrton Senna. Eu estava na faixa da direita, tinha um carro quebrado, mudei para a faixa da esquerda, e meu carro morreu e não pegava, fiquei parado do lado do carro quebrado”, contou.
O engenheiro é o tipo de motorista que se preocupa em fazer a manutenção preventiva, como alertam os especialistas, mas assinala que seu carro já tem 9 anos, o que acaba dificultando o processo. "A manutenção tinha sido feita na data certa, três meses atrás. Mesmo assim o carro deu problema", afirmou. 
Motoristas que possuem veículos com a idade mais avançada precisam ter um cuidado redobrado. "Hoje em dia os carros são projetados para ter uma vida útil bem mais curta, de 5 anos. Claro que um carro conservado pode ter uma vida útil mais longa, de 10 anos. Por isso a manutenção preventiva é ainda mais fundamental", explicou José Palácio.
Assistência especializada
O auditor do IQA informou ainda que fazer a preventiva é imprescindível, mas que não se deve deixar o carro nas mãos de qualquer pessoa, mesmo que seja apenas para trocar o óleo ou calibrar os pneus, por exemplo. 
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Borges, da Mak-Sul, acredita que é preciso levar seu carro sempre para uma oficina de confiança. "Na hora de trocar o óleo do câmbio, por exemplo, uma pessoa sem conhecimento pode colocar o óleo errado e prejudicar o carro", contou.
Palácio concorda: "o frentista pode não ter conhecimento técnico suficiente para oferecer um serviço garantido. Se você tem um carro importado e deixa qualquer pessoa abrir o veículo, chega até ser perigoso. As especificações técnicas de cada carro estão muito desenvolvidas hoje em dia, não é qualquer pessoa que pode mexer".
"Tem que ter muito cuidado com qualquer tipo de revisão do carro, para não prejudicar em vez de ajudar. O importante é saber onde o proprietário está deixando seu carro para a manutenção. Caso contrário, o motorista continua correndo riscos, mesmo com a manutenção preventiva", concluiu o auditor.

Portal Globo.com
out/2007



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